"Em toda a infância houve um jardim. Isto é coisa de poetas."

Augustina Bessa-Luís

quarta-feira, 10 de junho de 2015

quarta-feira, 3 de junho de 2015

"Fisgadas"

Meia garrafa de plástico, um balão e uma bolinha de esferovite...é tão fácil fazer uma criança feliz :-)


Água leva o regadinho...

,,,água leva o regador...

Mas não molhes a nossa rolinha :-)

Gelatina e cerejas...


Esta era a nossa mesa de fruta no início da semana...


Hoje, a mãe da Inês trouxe-nos copos de gelatina "tricolor". E soube-nos muito bem, o fresquinho da gelatina com a nossa fruta do dia...umas belas cerejas que a Beatriz M, trouxe para partilhar com os amigos.


terça-feira, 2 de junho de 2015

Melancia...

Com melancia, broa (que a avó da Margarida cozeu e nos ofereceu), azeitonas e tremoços, improvisamos um piquenique no nosso recreio...porque todos os dias são bons para "piquenicar"...


E com a melancia, até caiu um dente à Bia :-)

O Jornal de Letras e os nossos amigos da Sala Amarela

Os nossos amigos da Enxara do Bispo, andaram às voltas com o pintor catalão Joan Miró e até fizeram uma exposição com os seus trabalhos. Como tudo aconteceu, é o que podemos ler neste número do Jornal da Letras.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

12 momentos...

...no dia em que o calendário avisa os adultos (leia-se "alguns adultos") que as crianças são para ser "pensadas" em todos os dias do ano. 
Neste JI todos os dias são bons para estar em "festa", mas hoje muita gente quis estar presente para festejar connosco.

Aqui ficam 12 momentos que preencheram o nosso dia, de forma especial.


Logo pela manhã, o professor Orlando apareceu para nos "dar música". Mas antes que isso acontecesse, resolvemos dar-lhe música a ele. E oferecemos-lhe uma canção de Parabéns e um bolo de arroz com marshmallows.


E como já dizia a minha avó: "Antes de começar dá para todos!". E foi isso que aconteceu. A divisão faz magia e um bolinho de arroz deu para todas as boquinhas que o quiseram provar.


E nos placares havia surpresas doces e saltitantes...Mais marshmallows e uns gafanhotos que vieram do Brasil...



Houve uns Pais que não deixaram cair uma ideia lançada durante o ano e a quem não foi necessário lembrar para a pôr em prática. Puseram mãos à obra e fizeram uns brinquedos muito giros e com os quais nos divertimos imenso. Porque a alegria só tem valor se for partilhada...



Perto da hora de almoço estava na hora de mudar de espaço...Havia a sombra de uma árvore à nossa espera e muitos farnéis à espera de serem provados. E à boleia da carrinha que a dona Conceição conduz, lá fomos nós "piquenicar" com os nossos amigos do 1º Ciclo...e algumas mães e pais que por lá apareceram...



Mas tão farto repasto pedia algum exercício. E entre pedaladas e uma "futebolada" lá conseguimos pôr-nos a mexer...

Mas as surpresas ainda não tinham terminado. O Alexandrino veio-nos fazer uma visita e falar sobre a história da sua vida e como o acidente que sofreu de mota, onde perdeu uma perna, mudou a sua vida. 
O Alexandrino é um atleta que corre em cadeira de rodas. Já competiu em muitos países do Mundo. Correu em vários países da Europa, na Índia, nos EUA, na Nova Zelândia, no Japão e na China, onde participou nos Paralímpicos de Pequim, em 2008.

Mas havia outra pessoa entre nós muito especial. 
A Aida também veio e continua-nos a ensinar que há muitas formas de ver o mundo. Hoje ela falou-nos de algo que é importante para si e por isso quis partilhá-lo connosco. A Aida trouxe-nos "anjinhos da guarda" em porcelana, para que nunca estejamos sós :-)


E como ainda havia um espacinho para elevar o nosso nível de açúcar até ao topo da tolerância, comemos um gelado, oferecido pela Associação de Pais, para rematar um dia cheio de momentos super-mega-fixes...



sexta-feira, 29 de maio de 2015

Preenchimento de silhuetas...

Depois de termos feito o nosso contorno, decidimos preenchê-lo de forma a que ele ficasse idêntico ao que somos. 
Entre muita animação, de marcador, pincel e tesoura na mão, fomos à aventura de sair de uma folha A4 ou A3.  E o resultado foi este...











E entre a animação, também reinou alguma confusão...mas nada que o Tiago e o Filipe não fossem capazes de controlar...Só sabe realmente coordenar, quem é capaz de cooperar. Gratos aos nosso amigos que mantiveram a área transitável e limpa :-)

E porque somos crianças aqui fica uma lista de coisas que gostamos de fazer:

Sou o TIAGO e sou uma criança que gosta de jogar à bola.

Sou a MÁRCIA e sou uma criança que gosta de desenhar e de andar na careca do meu pai.

Sou a BEATRIZ FILIPA e sou uma criança que gosta de vestidos de princesa.

Sou a BEATRIZ MEIRA e sou uma criança que gosta de mergulhar na piscina, de colo e de andar às cavalitas.

Sou a BEATRIZ MARTINS e sou uma criança que gosta de comer gelados.

Sou a LEONOR e sou uma criança que gosta de brincar com bonecas.

Sou o ANDRÉ e sou uma criança que gosta de máquinas escavadoras.

Sou a NICOLE e sou uma criança que gosta de passear.

Sou a FILIPA e sou uma criança que gosta de carros.

Sou a CAROLINA e sou uma criança que gosta de ir à praia.

Sou a LUCIANA e sou uma criança que gosta de sapatilhas cor-de-rosa.

Sou o FILIPE e sou uma criança que gosta de ver filmes do Tom e Jerry.

Sou o RODRIGO e sou uma criança que gosta de carros de rali.

Sou o LEANDRO e sou uma criança que gosta de cozinhar.

Sou o JOÃO e sou uma criança que gosta de tratores.

Sou a INÊS e sou uma criança que gosta de brincar aos cangurus.

Sou a CLARA e sou uma criança que gosta de castelos de princesas.

Sou o LOURENÇO e sou uma criança que gosta de carros de polícia.

Sou a MARGARIDA e sou uma criança que gosta de pulseiras e colares.

Sou o TOMÁS e sou uma criança que gosta de Super-Heróis.

Sou o ILIAS e sou uma criança que gosta de correr.

"A água comeu o chupa!!!"

Esta foi uma das hipóteses lançadas quando ontem de manhã, do chupa-chupa que deixamos dentro do copo com água, só restava o pauzinho e uma tonalidade amarelada no fundo. 
A maioria das crianças achava que o chupa se tinha "derretido" e por isso, com a ajuda de uns cubos de gelo estivemos a tentar perceber a diferença entre derreter e dissolver, que foi o que aconteceu ao chupa-chupa. O açúcar do chupa desfez-se/dissolveu-se na água, assim como quando adoçamos o leite, ou salgamos a água da sopa...
Quando algumas substâncias se dissolvem num líquido, como por exemplo o açúcar ou o sal, se evaporarmos a água ainda conseguimos recuperar essas substâncias...mas o nosso chupa-chupa nunca mais voltaria a ser o mesmo :-)



quarta-feira, 27 de maio de 2015

Esferovitando...

Hoje "esferovitamos" em busca de um chupa-chupa... E que bom foi ficar com os braços mergulhados em tanta esferovite.



Depois, aproveitando a esferovite fizemos uma experiência com um balão "aquecido" por fricção e as bolinhas de esferovite formaram aquilo que aos olhos do André parecia uma ilha...com água por todos os lados. 
-Se fosse no topo do balão até podia ser o Pólo Norte! - alertou a Márcia.
Deixamos um chupa-chupa dentro de um copo de água, para ver o que lhe acontece. Umas crianças acham que vai "derreter", outras que apenas vai ficar molhado...Amanhã veremos e tiramos as nossas conclusões.

E porque pertinho do fim houve um acidente, usamos o aspirador para recolher as muitas bolinhas que ficaram espalhadas pelo chão...e até nos divertimos a esticar cabelos...



Cerejas fresquinhas


A nossa hora da fruta é sempre um momento apreciado. Hoje houve cerejas fresquinhas...


Pares desemparelhados


segunda-feira, 25 de maio de 2015

Dois pés descalços

Hoje, o calor chegou-nos aos pés. 
Depois de nos termos descalçado para brincar e termos arrumado os sapatos e as meias, fizemos algo muito difícil... calçamos meias. 
No fim da brincadeira era necessário voltar a calçar as meias e as sapatilhas, ou as sandálias, por isso treinamos habilidades para aprender a ultrapassar dificuldades... E fizemos tudo sozinhos... 

Alguns calcanhares das meias talvez tenham ficado fora do sítio, por isso vamos ter de fazer isto mais vezes :-)



Olha para nós, tão compenetradas no trabalho :-)






sábado, 23 de maio de 2015

Da Nau ao Farol

Ontem foi dia de nos juntarmos aos amigos do 1º Ciclo e viajar entre uma Nau e um Farol.

Chegados a Vila do Conde, o nosso primeiro ponto de paragem, visitamos a Alfândega Régia. Aqui a Rute e uma amiga, explicaram-nos imensas coisas sobre a forma como os nossos antepassados, há mais de 500 anos, comercializavam os produtos que chegavam nos barcos vindos da Índia. Cheiramos especiarias e tocamos em tecidos, ouvimos histórias sobre a construção dos barcos, e ficamos a saber o que faz um carpinteiro e um calafate quando um barco é construído num estaleiro. Ficamos a saber também que as velas são uma das características que distingue as caravelas das naus e até vimos uma pua, que é uma ferramenta manual, que antigamente era usada para fazer furos na madeira. É que no livro do 1º Ano aparece uma pua e muitos de nós nunca tinham visto uma.






Quando chegamos à Nau, tanta coisa para descobrir e aprender. Ouvimos histórias, que nos deixaram de "boca aberta" sobre como viviam os cerca de 120 a 150 marinheiros que viajavam nas Naus e até vimos uma princesa que durante a viagem, que durava muitos meses, nunca podia sair do seu minúsculo quarto. Sabiam que os sapatos dos marinheiros eram bicudos, para que eles pudessem matar os insetos que se escondiam nos cantos da naus e que depois lhes serviam de alimentação?
Subimos e descemos escadas e até nos pudemos sentir quase uns marinheiros a gritar "Terra à Vista!"




Ainda em Vila do Conde fizemos uma visita rápida à Capela da Nossa Senhora do Socorro. Lá de cima avistamos um Relógio de Sol, do escultor José Rodrigues, e o Mosteiro de Stª Clara, o ex-libris da cidade.


O almoço foi no Parque da Cidade, em Matosinhos, onde depois do piquenique ainda pudemos dar umas corridinhas, para "esticar as pernas".


Mas ainda mais surpresas nos esperavam. O Farol da Boa Nova, em Leça da Palmeira, também foi uma aventura. Conhecemos o faroleiro que nos esperavam e que nos deu algumas indicações sobre os cuidados a ter nesta visita. Depois de subirmos os 213 degraus de cimento, subir os 12 em ferro fundido é que foi uma verdadeira aventura. Estavam lá uns meninos, bem mais crescidos do que nós, de um colégio do Porto, que quase precisavam da nossa ajuda para descer aquelas escadas complicadas. Percebeu-se que não estavam habituados a trepar árvores e a subir muros. O Farol tem 46 metros de altura e nós vimos as vistas lá de cima...com muito vento. O faroleiro que nos esperava lá em cima explicou-nos como funcionava o farol e depois voltamos a descer aquelas escadas todas...foi um momento muito radical.





Uma nota muito especial na nossa subida ao farol. Estávamos nós lá em cima, quando caiu o primeiro dente à Beatriz... que guardamos no bolso das calças, para ela mostrar aos pais quando chegasse a casa. 


Depois estava na hora de regressar à escola que as pernas já pediam descanso...




Nota: Tanto na viagem de ida como de volta passaram por nós muitos carros que estão a participar no Rali de Portugal... No regresso até fomos ultrapassados por alguns.


Para verem mais imagens desta aventura, espreitem aqui...