Torradas e Tangerinas "O nosso forno novo é um espetáculo!" e "Estas torradinhas estão muito boas!" E contamos gomos de tangerinas... e fizemos contas de subtrair, de cada vez que os gomos desapareciam nas nossas bocas.
E torradas rimam com espetadas...as que comemos ontem de bananas e morangos.
Hoje entregamos o envelope com a Mala ao carteiro Francisco, mas antes metemos lá dentro muitas coisas nossas e de nós, estivemos à conversa com os amigos da Sala Amarela, da Enxara do Bispo, e com os amigos da Sala Amarela da Casa das Histórias...Os amigos para quem enviamos a Mala e que a vão receber em Canelas, Vila Nova de Gaia.
E como não foi possível fazer uma vídeo conferência com os amigos que vão receber a Mala, fizemos uma chamada em alta voz. O Fábio é o educador de infância destes amigos e gostamos muitos de falar com eles ao telefone... Voltaremos a falar, assim que receberem a Mala.
A Margarida C. já há algumas semanas que anda envolvida numa forte atividade de construção de máscaras. Numa visita a casa da Aida, o Aurélio ofereceu-lhe vários cartões em forma oval. Quando os trouxe para o JI, trazia já uma máscara feita num desses cartões.
Isso inspirou os amigos que decidiram construir também as suas máscaras. E assim tivemos três princesas, dois Pais Natal, dois dinossauros carnívoros, um Homem-Aranha, uma Tartaruga Ninja (Leonardo), uma joaninha, duas Ladybug ...e um avião.
Hoje, na nossa vídeo-conferência com os amigos da Sala Amarela, fizemos um desfile de máscaras de cá para lá e de lá para cá... E encerramos a festa com um baile de máscaras... no "palco". E assim somos "Happy" :-)
Hoje tivemos uma manhã
maravilhosa. Saímos para a rua pouco depois de termos chegado ao JI e só
voltamos para almoçar.
Desta vez fomos à descoberta de
um caminho novo. Tomamos decisões quanto às direções a seguir. Voltar à direita
ou à esquerda?!!
Descobrimos letras e números que servem
para identificar ruas e casas. Percebemos que as casas têm frentes e traseiras
e deste caminho vimos as traseiras da nossa escola e descobrimos as traseiras
da casa do Lourenço. Ouvimos o sino tocar e contamos as suas 10 badaladas.
Também ouvimos pássaros e tratores. Experimentamos texturas com as cascas das
árvores e sentimos odores com folhas e “chapéus” de eucalipto…e também abraçamos
perímetros de árvores.
Às vezes também nos zangamos,
porque em alguns momentos, alguns amigos esqueciam-se que tínhamos saído para
passear juntos e que nos devíamos manter próximos e que os da frente não se
deviam esquecer dos que ficavam um pouco mais para trás.
Evitamos uns perigos e
enfrentamos outros, superando-os com coragem e perícia.
Descobrimos musgo, raízes que
pareciam bonecos e círculos nos troncos cortados que nos dizem quantos anos as
árvores têm. Apanhamos ramos do chão que foram bandeiras, vassouras e sacholas
e muitos paus que foram pistolas, espadas, canas de pesca e máquinas para
cortar o mato.
Encontramos pinheiros bebés e
outros já mais crescidos …mas não tanto como nós.
Lanchamos e trouxemos todo o lixo
connosco. No caminho encontramos um contentor e deixamos lá o saco onde tínhamos
colocado guardanapos de papel e pacotes de leite. Quando não o podemos separar,
há uns senhores que o vão fazer mais tarde. Só não podemos é deixar o lixo no
chão.
O calor aumentou e foi preciso
arranjar solução para ficarmos mais “frescos”. Por isso tiramos casacos e cada
um de nós cuidou do seu.
Descobrimos camélias no caminho,
iguais às que temos no recreio da escola e outras flores. Andamos pelo sol e
pela sombra, encontramos muros feitos com pedras “coladas”, laranjeiras e casas
da “nossa” família. Atravessamos perigosas pontes, servimos cafés ao balcão,
abraçamos oliveiras, encontramos um graffiti e cumprimentamos gatos.
Regressamos cansaditos, mas muito
felizes e muito mais “ricos”…
Na última sexta-feira, o Tomás levou, para ler com a família, o livro "O ciclo do azeite" e arranjou uma forma muito saborosa de fazer o seu registo. Trouxe para partilhar com os amigos, azeitonas e azeite para regar o pão quentinho, que a avó cozeu para nós. Estava delicioso... E descobrimos que de azeitonas, ou não se gosta, ou se gosta de muitas :)
De manhã, havia um envelope à nossa espera, enviado pelos nossos amigos da Sala Amarela.
Havia uma revista em Braille e o nosso livro também estava cheio de "piquinhos"
Brevemente vamos convidar a Aida e os amigos do 1º Ano para conversarmos sobre o livro e depois vamos falarmos também com os nossos amigos da Sala Amarela, pois temos de, juntos, tomar decisões importantes.
Hoje a nossa princesa moreninha, completou uma mão cheia de anos. Para ti duas mãos cheias de beijinhos e dois braços cheios de abraços... Sê muito feliz.
Já diz o povo que "Natal é sempre que um Homem quiser". Por isso ganhar um prémio com a temática Natal é sempre uma alegria....em qualquer altura do ano. A partir de hoje é oficial... O Gabinete do Ambiente de Barcelos atribuiu o primeiro prémio ao nosso Pai Natal "Porque se sujava o Pai Natal no Jardim de Infância", no projeto "Natal Ecológico" :-)
A Constância, numa visita que nos veio fazer, ofereceu-nos um livro que se chama "O livro das primeiras vivências" e que, com diferentes famílias, retrata vivências de todos os dia. Depois da família Reis, da Marques, da Pinto, hoje foi o dia de conhecermos a família Tavares que levou os filhos ao dentista.
E já que falamos de dentes, da importância da sua escovagem e de fazermos uma alimentação saudável, ficamos também a conhecer o Lambão e o Glutão, que moram na Rua das Cáries e o que podemos fazer para evitar que eles façam estragos nos nossos dentes.
Ficamos a saber que os dentes também têm nomes e que têm diferentes funções...e com os nossos dentes gigantes aprendemos como escovar os nossos dentes pequeninos, que ainda são de leite, mas um dia, outros virão para serem definitivos.
"A Rua das Cáries" (Slideshare), para ver clique aqui .