"Em toda a infância houve um jardim. Isto é coisa de poetas."

Augustina Bessa-Luís

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Jardim Sensorial II

E continuamos a pôr mãos-à-obra no nosso Jardim Sensorial.
A dona Conceição ajudou-nos a "engordar" o nosso espantalho, que também batizou. "Luqui" é o nome do espantalho que acompanha as nossas brincadeiras no Parque Infantil.





As nossas plantas também gostam da companhia do "Luqui", mas para que ele as ficasse a conhecer melhor, estivemos a identificá-las, com letras que formam palavras e que depois se lêem em forma de nomes. Alguns nomes até começavam com letras do nosso nome e com as mesmas sílabas (Louro e Lourenço, por exemplo). 
E também descobrimos os diferentes cheiros das muitas plantas do nosso canteiro das ervas aromáticas e medicinais. 





Fizemos um intervalo, antes de continuarmos com os Jogos de Galo, que construímos...



E porque o tato é um sentido que nos ajuda a brincar no nosso Jardim Sensorial, construímos uma área de texturas...





Vêm aí algumas SURPRESAS... que revelaremos me breve :-)




quarta-feira, 10 de maio de 2017

Há mães no JI

E ficaram lindas com os colares que lhes oferecemos...














segunda-feira, 8 de maio de 2017

Parabéns Lara


Para a nossa bailarina cantora, um abraço apertadinho e uma mão cheia de beijinhos.




E a música voltou...

...com o professor Orlando. Cantamos os Parabéns à Lara com música tocada pelo "tio" Orlando e até lhe demos um abraço pinguim :-)




Tudo a postos...

Amanhã esperamos por vocês.




domingo, 7 de maio de 2017

Bom dia (da) MÃE

Estamos à vossa espera na próxima terça-feira, para um dia de brincadeira.

E a pensar em vocês, trabalhamos com uma pasta chamada Premo Sculpey Baking, com a qual nos divertimos a modelar.







"Mãe Águia"
"A águia empurrou gentilmente os filhotes para a beirada do ninho. Seu coração trepidava com emoções conflituantes enquanto sentia a resistência deles. Ela pensou: 
- Por que será que a emoção de voar precisa começar com o medo de cair? 
Essa pergunta eterna ainda estava sem resposta para ela. 
Como na tradição da espécie, o seu ninho localizava-se no alto de uma saliência num rochedo escarpado. Abaixo havia somente o ar para suportar as asas de cada um de seus filhotes. 
- Será possível que desta vez não dê certo? - a águia mãe pensou. 
Apesar de seus medos, a águia sabia que era tempo. Sua missão materna estava praticamente terminada, restava uma última tarefa: o empurrão. 
A águia reuniu coragem através de uma sabedoria inata. Enquanto os filhotes não descobrissem as suas asas, não haveria objetivo em suas vidas. Enquanto não aprendessem a voar, não compreenderiam o privilégio de terem nascido águia. 
O empurrão era o maior presente que a águia mãe tinha para lhes dar. Era seu supremo ato de amor. 
E, por isso, um a um, ela os empurrou... E eles voaram!!!" 
David McNally