Com as minhocas que a Ana e o Nuno nos ofereceram, fizemos um vermicompostor Agora vamos poder ver como trabalham as minhocas na formação do composto.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
sábado, 5 de dezembro de 2015
Este Natal vamos colocar na Árvore presentes para quem mais precisa…
E nesta época, o nosso espírito solidário de todo o ano, vai para a Casa Abrigo, que faz parte do equipamento social do Grupo de Acção Social Cristã (GASC). Neste momento, esta “Casa” acolhe 5 mulheres que por serem vítimas de maus tratos físicos ou psicológicos, muito graves, tiveram de abandonar os seus lares com os seus filhos. Uma destas mulheres teve o seu bebé já na casa, este bebé tem um mês e é uma menina. Há ainda mais três meninas (3, 4 e 15 anos) e um menino de 7 anos.
Até ao dia 17 de dezembro, caso vos seja possível, podem fazer chegar ao JI, ou à EB1, os mais diversos produtos alimentares, roupas, brinquedos, roupas de cama, toalhas de banho, produtos de limpeza, produtos de higiene e outros produtos ou objetos que possam facilitar a vida destas mulheres no seu dia-a-dia nesta “Casa” que as acolhe temporariamente, até que encontrem uma situação mais estável e segura para si e para os seus filhos.
Bem mais importante do que o tamanho ou a quantidade daquilo que se dá, é, com o nosso exemplo, ensinarmos as nossas crianças a perceberem que há sempre quem tem menos do que nós e que o “pouco” que possamos oferecer pode significar “muito” para quem recebe.
Desejamos a todos um Natal acolhedor, junto daqueles que vos são queridos.
Um abraço de gratidão de todos nós da EB1/JI.
Outros momentos da semana...
E com um novo mês a iniciar-se, decidimos que estava na hora de construirmos um calendário de presenças, para percebermos melhor como vive o tempo.
E como a Luciana teve de ficar em casa num destes dias, aproveitou a ajuda da mãe para fazer postais de Natal para todos os amigos.
O Leandro, entre nós e laços, também levou um presente para a família.
E também descobrimos a luz :-)
E em era de descobertas, também descobrimos uma nova forma de brincar na nossa sala. Foi só tirar as gavetas do armário e surgiu um novo espaço para a brincadeira :-)
O Leandro, entre nós e laços, também levou um presente para a família.
O Lourenço já fez a Árvore de Natal em sua casa e quis partilhar esse momento com os amigos.
A Margarida trouxe chuchus que estavam mesmo a pedir terra. Por isso, com a ajuda da nossa "fada" Elvira, foi semeá-los na nossa horta/jardim.
E quem é que resistiu a esta travessa de frutas que a dona Elvira preparou? Ninguém... :-)
Descobrimos dois "BUUU!" assustadores em duas histórias diferentes: no "Cuquedo" e no "Elmer".
E também descobrimos a luz :-)
E em era de descobertas, também descobrimos uma nova forma de brincar na nossa sala. Foi só tirar as gavetas do armário e surgiu um novo espaço para a brincadeira :-)
Preparativos natalícios...
E entre lápis de cor, pincéis e tintas, lãs e pompons, papéis coloridos, árvores e estrelas de madeira que os pais da Margarida nos ofereceram e o presépio que vamos levar para a exposição da Câmara Municipal, esta semana andamos muito atarefados. A nossa sala até parecia a Oficina do Pai Natal...
E o João aproveitou este momento para mais um ensaio fotográfico, com e sem zoom :-)
Vermicompostagem
A vermicompostagem é uma forma de produzir composto com a ajuda de minhocas.
Depois do que nos ensinaram sobre a Floresta Autóctone, a Ana e o Nuno vieram ensinar-nos sobre a importância das minhocas neste processo. E até nos ofereceram minhocas para iniciarmos o nosso vermicompostor. Para a semana vamos tratar disso.
E as minhocas faziam-nos muitas coceguinhas na palma da mão :-)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Parabéns Margarida
E hoje, a nossa "mais pequenina", completou 3 anos.
Um abraço cheio de beijinhos, linda princesinha.
E, de manhã, até teve direito aos "Parabéns" cantados pelo elenco de "Cinderela no Gelo".
"Mãe, eu toquei na Cinderela!" - disse a Margarida. :-)
Um abraço cheio de beijinhos, linda princesinha.
E, de manhã, até teve direito aos "Parabéns" cantados pelo elenco de "Cinderela no Gelo".
"Mãe, eu toquei na Cinderela!" - disse a Margarida. :-)
E como presente de Natal...
...recebemos um espetáculo de patinagem no gelo.
Hoje a Cinderela estava à nossa espera...e foi fantástico.
Hoje a Cinderela estava à nossa espera...e foi fantástico.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
"Trouxe prendas para os meus amigos."
E com a ajuda da irmã Catarina, o Leandro fez e trouxe presentes personalizados para todos os amigos...
Entre puzzles e jardinagem
"200 peças?! São muitas peças, porque tem três números." (João)
... e outros "trabalhos" e arrumações.
Floresta autóctone
A Ana e o Nuno, do Gabinete do Ambiente, vieram até à nossa escola, falar-nos das árvores da Floresta Autóctone, que são aquelas árvores que são originárias da nossa região .
E para ajudar a nossa região a ter mais árvores, semeamos castanhas, bolotas, nozes e avelãs e talvez um dia as possamos plantar onde elas forem mais necessárias.
O bugalho da Mosca Fosca
A dona Conceição encontrou um bugalho debaixo dos carvalhos do nosso recreio, sem "buraquinho"... O que significava que a mosquinha ainda estava lá dentro.
A dona Conceição trouxe-o à nossa sala e ajudou-nos a pesquisar... E dentro so bugalho lá estava o ovo e dentro dele a mosca, que depois soltamos pela janela.
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Hoje ajudamos uma rolinha...
... a não morrer sozinha.
A caminho da escola, encontrei uma rola caída junto à berma da estrada. Saí do carro para perceber o que se passava e a rola bateu as asas mas não conseguiu voar e facilmente se deixou apanhar. Embrulhada num tecido, viajou até ao JI. Aparentemente não parecia ter nada partido, mas percebemos que ela não estaria bem. Talvez tenha batido num carro ou num muro quando voava e tenha ficado caída na estrada.
Deixá-la na estrada não era a solução, pois poderia ser atropelada por um carro, ou ser apanhada por um gato ou um cão dos vizinhos.
Tivemos a esperança de que se cuidássemos dela, talvez ela recuperasse. Por isso, arranjamos-lhe um cesto que colocamos em cima da mesa "debaixo" dos raios de sol que entrava pela janela. Algumas crianças até fizeram desenhos para lhe decorar o cesto.
Deixá-la na estrada não era a solução, pois poderia ser atropelada por um carro, ou ser apanhada por um gato ou um cão dos vizinhos.
Tivemos a esperança de que se cuidássemos dela, talvez ela recuperasse. Por isso, arranjamos-lhe um cesto que colocamos em cima da mesa "debaixo" dos raios de sol que entrava pela janela. Algumas crianças até fizeram desenhos para lhe decorar o cesto.
No final da manhã a nossa esperança aumentou. Mas poucos minutos depois das crianças terem saído da sala, a rola pousou a cabeça e os seus olhos começaram a fechar. Eu e a dona Elvira acariciamos as suas penas, mas percebemos que ela estava a morrer. A dona Elvira tinha-se oferecido para a levar para casa no fim-de-semana e por isso havia duas hipóteses: ou dizermos às crianças que a dona Elvira a tinha levado na hora de almoço, ou então esperar que elas voltassem do almoço e percebessem o que tinha acontecido. Optei pela segunda hipótese.
(Antes de sair da sala, o Rodrigo tinha-me prevenido para não a deixar ao sol, para ela não correr o risco de morrer como a lagartinha. Expliquei-lhe que ela era mais forte que a lagartinha e que o sol, ao contrário do dia em que a lagartinha morreu, não estava tão forte assim.
A lagartinha de que o Roodrigo falava, era aquela que tínhamos encontrado nas fisális que o Leandro trouxe há uns tempos e que colocamos num frasco junto à janela. Na manhã seguinte, passamos a manhã a ver os nossos vizinhos a fazerem silagem e, quando chegamos à sala, percebemos que a lagartinha, dentro do frasco, não tinha resistido ao calor.
Aproveitamos para lembrar os perigos de deixarmos animais fechados dentro do carro, ou noutros lugares, expostos ao sol. Nesse dia o Rodrigo lembrou-se de uma notícia de um bebé, que tinha morrido, porque tinha ficado esquecido dentro do carro, com as janelas fechadas e ao sol.)
No regresso à sala, a Margarida e o seu primo João foram logo ver a rola e perceberam que ela já não estava viva. Expliquei o que lhe tinha acontecido e falamos na hipótese de ela ter tido um acidente, em que embateu com a cabeça em algum sítio duro. Mesmo sabendo que a rola não poderia usar capacete, daí para a importância de usar capacete quando andamos de bicicleta, foi um pulinho.
Várias crianças falaram sobre a morte dos seus animais de estimação, ou de outros animais que já encontraram mortos na rua. O Rodrigo até já tinha visto um senhor que morreu num acidente na estrada. As crianças falaram sobre estas questões sem "medos", nem demonstraram repugnância pela presença da rola, agora já sem vida.
E agora o que fazer? O Leandro achou que nos devíamos despedir dela e enterrá-la foi uma solução consensual. Houve até crianças que se ofereceram para enterrá-la nos terrenos da casa delas, mas optamos por fazê-lo debaixo de uma árvore do nosso Caminho.
(Também aprendemos que não se devem colocar animais mortos nos contentores do lixo. Uma prática não tão rara assim.)
Enquanto o grupo das crianças mais velhas discutiam a logística do momento, as mais novas, estavam mais interessadas noutras questões.
Quando pegaram na rola, já embrulhada num pano, as crianças perceberam que ela estava fria e dura. Falamos nas alterações que o corpo sofre (seja de animais, seja de pessoas), depois que o coração pára.
Quando chegamos ao local escolhido, fizemos uma cova, junto a uma árvore, com a pá que tínhamos levado e aproveitamos para falar dos profissionais que trabalham nos cemitérios e que se chamam, coveiros.
Havendo crianças que já tinham assistido a funerais, falamos também do comportamento de respeito que as pessoas devem ter nestes momentos.
As crianças quiserem sinalizar o local da sepultura da rolinha e colocaram-lhe bugalhos e flores que apanharam entre as ervas.
E foi também de entre as ervas, que as crianças escolheram flores para trazerem consigo e oferecerem à mãe, à avó ou ao pai.
Só aprendendo a lidar com a morte, poderemos saber aproveitar a vida...
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