"Em toda a infância houve um jardim. Isto é coisa de poetas."

Augustina Bessa-Luís

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

E quando brincamos a "sério"...

Hoje deixamos o "faz-de-conta" no JI e saímos à rua para brincar a sério.
As aldeias têm muito para ensinar à escola e por isso nada melhor do que viver a aldeia para aprender com ela.
As crianças ficaram entusiasmadas quando souberam que íamos passar uma manhã no salão da Isabel, mãe da Beatriz. Conversamos sobre o que se pode fazer num salão de cabeleireira, para além de cortar e pentear cabelos. A Beatriz sabia imensas coisas sobre o serviço de esteticista e manicura, cujos serviços são também possíveis no salão da sua mãe.

Mas a maior surpresa ainda estava para vir. Ali, num salão a sério, com pentes, tesouras e secadores a sério, as crianças iam poder brincar...a sério. E foi assim que, de forma séria, o cabelo da Crstina experimentou a sensação de ser um "brinquedo".

O entusiasmo e a alegria misturavam-se com o trabalho "profissional"e sensorial. Aprendemos que o cabelo só deve ser cortado por profissionais, com as suas tesouras especiais, que se têm de manusear com muito cuidado. Que há cabelos que se cortam com uma máquina que quando não tem bateria se tem de ligar ao carregador, como um telemóvel ou um tablet. Sentimos o ar quente e o ar frio. Mexemos em água fria, morna e quente. Mexemos em champô, amaciador e (muita) espuma. Pegamos em escovas, tesouras e secadores. Sentimos o cabelo molhado e cortado...e meio "despenteado" (porque a Cristina não gosta que lhe "estiquem" o cabelo, nem de sentir o calor do secador).

E lá pusemos mãos à obra com a supervisão da profissional Isabel:








E no final, como qualquer outro trabalho feito por uma profissional, é necessário pagar pelo serviço.
Com moedas de dois e um fizemos decomposição do nº2 e contagem de €...que a Beatriz recebeu, conferiu e guardou na gaveta.



Mas a "festa" ainda não acabava aqui...

Depois do lanche...




...houve verniz...

...e gel.

Houve diversão...

...e arrumação.



Gratos mãe Isabel por esta manhã inesquecível. Um super abraaaaaaaaço...



E depois de brincar a sério, continuamos a fazer coisas à séria no JI.


Com quatro fotógrafos no ativo (Cristina, Rodrigo (5 anos), João (5 anos) e mãe Paula), resolvemos passar as fotografias da manhã para o computador e, no nosso ecrã, vê-las e analisá-las. Eliminamos as tremidas e discutimos sobre alguns erros cometidos, como por exemplo colocar os dedos frente à objetiva.


 E cá está a Cristina com o seu novo corte de cabelo, feito a 16 mãos :-)


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Parabéns João

E já de pazes feitas com os balões, o João hoje teve um dia muito especial. 
Com uma mão cheia de anos, o João soprou as velas do seu bolo... 
Um forte abraço, cheio de beijinhos de Parabéns.


Uma das nossas práticas neste dia, é a confeção do Bolo de Iogurte para a festa. 
Este bolo é um verdadeiro bolo matemático. Decompusemos o número oito dos ovos, subtraímos ovos às caixas para os somarmos dentro da bacia, juntamos um par de iogurte, contamos igual número de copos de açúcar e farinha e juntamos "apenas" um copo de óleo. E ainda explicamos aos mais pequeninos para que servia o fermento na massa e a manteiga e farinha na forma.




Depois, o melhor mesmo é aproveitar toda esta matemática para mexer e, no fim, lamber a colher...




E além de bonito, o nosso bolo também ficou delicioso :-)


Carvalhos e bolotas

No recreio da escola existem três carvalhos que nos últimos dias nos têm oferecido imensas bolotas e que temos apanhado para brincar e levar para casa.
Hoje voltamos a apanhar bolotas, somando-as dentro do mesmo saco e, depois, dividindo-as por cinco sacos com uma medida à medida... 

A matemática da bolota...



Lagartinha comilona

Na segunda-feira lemos o livro "A lagartinha muito comilona", de Eric Carle.


Hoje, o Leandro trouxe fisális para partilhar com os amigos e com elas vinha uma lagartinha. Fizemos-lhe uma casinha e demos-lhe uma folha de couve tenrinha da nossa horta. Vamos lá ver se ela vai gostar de morar connosco, ou se prefere voltar para a horta


Momentos...



Hoje provamos as compotas que o João trouxe para partilhar com os amigos, nas bolachas circulares... chamadas "Maria".


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Uma primeira semana a todo o vapor...

   E já passou uma semana de convívio...Aquela semana em que tudo parece novo, mesmo já não sendo. São os amigos que mudaram de sala, é a sala que mudou os espaços, são os espaços ocupados agora por gente nova e a gente a tentar reencontrar-se com a gente. 
  O início de ano letivo é sempre um pouco estranho para quem continua. Sentimos falta dos que foram e estranhamos os que vieram.
   Com o passar dos dias, buscam-se empatias e afinidades e tenta-se reagrupar o grupo. E ao fim de uma semana, como os que chegaram colaboraram, já nos começamos a sentir "O GRUPO".
   Parecia que ia ser uma semana para começar devagarinho, mas a Natureza que nos rodeia e os nossos vizinhos, trataram de planificar e preencher as nossas brincadeiras.

Segunda-feira: 

Depois de na sexta-feira passada, o pai Jorge nos ter dado uma mãozinha na colocação dos placares das crianças novas...


...foi tempo de trabalhar a motricidade fina, a entreajuda e a organização da "mão-de-obra", a retirar os autocolantes de algum material que vamos usar durante o ano.
   Já pensaram o quanto autocolantes com códigos de barras podem ser divertidos?!

"Tira, tira...", dizia o João, "...para depois pores no Facebook. " 



Terça-feira:

   E a pensar ir "devagarinho", chegaram a mãe Paula e a Inês... com uma espiga de milho-rei.
   Uma espiga de milho-rei tem imenso potencial no mundo das ideias...e elas começaram a saltar das nossas cabeças sem parar: 
-Ver um campo de milho, fazer uma desfolhada, falar com o senhor Melro para visitarmos o moinho e ver moer o milho, visitar a avó Alice (avó da Margarida, do João e da Beatriz) para ela nos ensinar a fazer broa de farinha de milho, ler um livro e amassar pasta de farinha...
   Ler um livro e fazer pasta de farinha era a única coisa possível fazer no imediato, por isso não perdemos tempo.






   Alegremente enfarinhados, amassamos, enrolamos e esticamos e juntamos castanhas, nozes e bolotas.

   E foi com frutos secos que o João propôs um ensaio fotográfico:


   Com as crianças a passar cada vez mais tempo na escola, é nosso lema que a nossa sala se pareça cada vez mais com uma casa. 
  Depois de o ano passado termos herdado um sofá da nossa amiga Rosa, este ano herdamos um candeeiro de pé. Hoje foi dia de ler uma "história de candeeiro"...
  E as honras da estreia foram para o livro "Hoje não quero dormir", de Alexandre Honrado, com as maravilhosas ilustrações de Natalina Cóias. Não poderíamos ter escolhido melhor livro para acendermos o nosso candeeiro das histórias.
  Houve alguém que não resistiu ao título do livro...e outros que decidiram que os livros seriam um bom título para o seu dia.



Quarta-feira:

  A mãe Paula, depois de nos ter presenteado com uma espiga de milho-rei, neste dia trouxe-nos três sacos de espigas para fazermos uma desfolhada...ou uma "espigada", como gosta de lhe chamar a Inês.
  Convidamos os amigos do 1º Ciclo e foi muito divertido encontrar algumas espigas de milho-rei, com direito a beijinhos e a "passou-bem". 





  Já estava a terminar a desfolhada, e a dona Rosa, a vizinha do quintal ao lado, chegou-se ao muro e perguntou se queríamos ir desfolhar umas espigas que ela tinha ali em meia-dúzia de pés e a seguir veio o convite para vindimar com ela... Um convite irrecusável!!






  Foi tão bom sentir o cheiro das uvas e de comer as uvas morangas/americanas que a dona Rosa apanhou para nós numa videira próxima. 
  A casa da dona Rosa parece um verdadeiro museu...tem instrumentos já bastante antigos e bem bonitos. 
  Foi tão divertido triturar as uvas que vindimamos naquela trituradora manual, com uma roda belíssima. 
  Gratos dona Rosa, por este momento inesquecível.


Quinta-feira:

 Para a semana já temos uma festa de aniversário, por isso já começamos a tratar dos nossos "sacos presente", com a matemática das cores, das formas, das quantidades, dos conjuntos e relações biunívocas.  



  E depois de termos metido as mãos na tinta foi tempo de lhe metermos os pincéis e os carimbos.



  Estávamos nós no Parque, quando ouvimos o barulho de uma máquina e vimos "folhinhas" verdes pelo ar. O Rodrigo achou que andavam a cortar relva, por isso fomos ver. Andavam a cortar os pés de milho para fazer silagem, que vai alimentar as vacas. Sabiam que se mistura sal para que depois as vacas bebam mais água e engordem mais?! Além do cheiro a "verde" do corte das canas ("Parece mesmo o cheiro da relva" disse o João), tanta coisa que aprendemos hoje sobre esta prática da conservação da forragem para a alimentação dos animais, logo ali no campo, do outro lado da rua...foi só atravessarmos direitinho a passadeira. 
   Gratos dona Maria e dona Lurdes por nos terem permitido "ajudar" a compactar a silagem.




Sexta-feira:

  Hoje estreamos o nosso projetor multimédia em jeito "sesta de olhos abertos". "Só faltam as pipocas." disse o Leandro. Hoje não houve "pipoquice", mas com tanta conversa sobre o milho não vão tardar Leandro.

E o filme que estreou este nosso espaço foi "Maria Flor".


  E em modo "Festival de Curtas Metragens", ainda vimos "Aprender a aprender", "Uma questão de atitude" e "A maior flor do mundo".

  Depois ainda ouve tempo para o "Ruca", para cantar e dançar ao som de alguns vídeos de músicas conhecidas e jogar Jogos Friv, em versão ecrã gigante. Os jogos do ambiente de trabalho são, na sua maioria, os da "Bia e Kiko", mas à sexta-feira é dia de jogos on-line, e estes são os favoritos da malta.



 A nossa "Hora da Fruta" continua a ser um projeto em que os Pais entram como "patrocinadores", os filhos como "consumidores" e, os "adultos da casa", como "cortadores" e, em raros casos, "descascadores".


  E assim terminou a nossa semana que foi passada entre os amigos do 1º Ciclo, que nos seus intervalos nos vêm visitar e desfrutar das ofertas do JI, e de muitas brincadeiras.



  Um fim-de-semana cheio de sorrisos...

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Vamos lá então (pros)seguir caminho ...

Setembro é sinónimo de início de um novo ano. Não se lhe mudam os dígitos, mas acrescentam-se-lhe os do ano civil que se lhe segue. E é nesta perspetiva de futuro que uns regressam a um percurso que se espera continue a ser significativo para a sua formação e outros iniciem esta sua caminhada.
Para uns será o regresso a um grupo de pessoas que já conhecem e a um espaço que lhes é familiar. Para outros será a sua primeira experiência “a solo”, fora da “proteção” familiar.

Na sua chegada ao Jardim de Infância (JI), as crianças vão ocupar um tempo e um espaço preciosos na sua formação, não só académica, mas essencialmente como pessoas e cidadãs. É no JI que vão, de certa forma, começar a construir o seu “destino”. E é assente nesse princípio que desejo conseguir gerir emoções e conquistar afetos para conseguir partilhar com as crianças o despertar de interesses e motivações e o desenvolver de habilidades e competências que lhes serão úteis não só na vida da escola, como na “escola da vida”.

No meio de muita curiosidade, muita conversa, muitos sorrisos, muito afeto, haverá dinâmicas que necessitarão ser adequadas, ruído a ser silenciado, lágrimas a ser enxutas… e alguns “ralhetes” e “caras zangadas” sempre que se tentem ultrapassar os limites definidos, pois as crianças ainda não têm capacidade para definir as linhas que separam o possível do desejável.

É meu desejo que estes momentos partilhados ajudem as crianças a crescer respeitando e cultivando as amizades, conquistando o conhecimento e comprometendo-se a “fazer bem”… Em suma, a serem felizes!

Espero, sinceramente, levar às famílias das crianças, as emoções, os conhecimentos que se partilham no JI e que nem sempre estão evidentes em Projetos Educativos ou Planos
de Turma, ou se podem afixar nas paredes ou arquivar em dossiers, portefólios, ou outros registos formais. Com os docentes de outros níveis de ensino com quem habitualmente estabeleço parcerias não partilharei “receitas”, mas partilharei dúvidas, conhecimentos, ideias e afetos porque é com essa “receita” que se constrói a Educação.


A Educação Pré-Escolar é consagrada pela Lei-Quadro (Lei nº 5/97) como a primeira etapa da educação básica, sendo a sua tutela pedagógica assumida pelo Ministério da Educação. Como tal estarei atenta às políticas educativas emanadas, não deixando que “destabilizem” o tempo que partilho com as crianças, pois como diz o professor José Pacheco Quem dera que todas as escolas fossem lugares onde se permanece o tempo preciso para realizar o projeto de um sonho. Lugares de onde se parte para levar sementes de um sonho para outros lugares, ou para deixar que o sonho de fazer crianças mais felizes prossiga.”


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

E que os próximos meses sejam um Belo poema...

Algumas Proposições com Crianças

A criança está completamente imersa na infância 

a criança não sabe que há-de fazer da infância 
a criança coincide com a infância 
a criança deixa-se invadir pela infância como pelo sono 
deixa cair a cabeça e voga na infância 
a criança mergulha na infância como no mar 
a infância é o elemento da criança como a água 
é o elemento próprio do peixe 
a criança não sabe que pertence à terra 
a sabedoria da criança é não saber que morre 
a criança morre na adolescência 
Se foste criança diz-me a cor do teu país 
Eu te digo que o meu era da cor do bibe 
e tinha o tamanho de um pau de giz 
Naquele tempo tudo acontecia pela primeira vez 
Ainda hoje trago os cheiros no nariz 
Senhor que a minha vida seja permitir a infância 
embora nunca mais eu saiba como ela se diz 



Ruy Belo, in 'Homem de Palavra[s]'

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Com sorrisos e abraços dizemos: "Até Logo..."

"Ter a vista na ponta dos dedos, continuar a perguntar porquê, aprender de dentro para fora do corpo, aprender com os outros e tudo o mais que é fantástico no Jardim de Infância, não pode esgotar-se! Pode e deve prolongar-se pela vida fora..."
Eduardo Sá

(Leandro, 4 anos)


E a entrada em Julho põe fim à nossa viagem que durou perto de dez meses. Uma viagem cheia de aventuras e de amigos que connosco partilharam momentos que nos ajudaram a crescer não só em centímetros e gramas, mas também em sabedoria e alegria.

Alguns de nós vão continuar esta viagem depois de um merecido descanso, mas nove de nós, os mais crescidos, vão descer na próxima "estação" e apanhar outro "comboio" para outro "destino"... que, por acaso, é mesmo aqui ao lado J

Foi um ano de partilhas inesquecível com todas as crianças, mas não posso deixar de referir a importância de ter partilhado com algumas crianças que frequentaram o JI pelo terceiro ano consecutivo, metade das suas vidas.

Como Educadora de Infância, espero sinceramente ter levado até às famílias das crianças essencialmente as emoções que se partilham no JI. Emoções que dificilmente se podem afixar nas paredes ou arquivar em capas. Neste espaço tentei partilhar afetos e conhecimentos porque, na minha opinião, é com essa “receita” que se constrói a Educação de Infância.

Mas desengane-se quem pensa que, ao olhar para as fotografias, foi uma viagem sem "percalços".
No meio de muitos sorrisos, muito afeto, muita curiosidade, muito movimento, muita conversa, também houve algum movimento que necessitou ser travado, barulho que precisou ser silenciado, alguns ralhetes e caras zangadas sempre que se tentava ultrapassar os limites definidos em grupo, ou simplesmente por mim, pois as crianças não têm capacidade para definir todas as linhas que separam o que podem do que não devem fazer.
Foram momentos de aprendizagem para todos. Momentos que espero que ajudem as crianças a crescer sabendo respeitar e cultivar as amizades, a estarem de bem com a vida, a conquistar o conhecimento e a dar e receber o afeto das pessoas que as rodeiam.

Mas a Educação de Infância é um trabalho de parcerias e por isso gostaria de agradecer:
-À Luciana, nossa grande companheira de todos os dias;
-À professora Raquel, ao professor Emanuel e à dona Conceição, que connosco partilharam alguns dos momentos mais marcantes deste ano letivo. Um agradecimento especial à dona Conceição, que nestas últimas três semanas se juntou ao grupo e descobriu, e deixou-se descobrir, o encanto que sente pelas crianças;
-À Mena, à Tânia e à Daniela que todos os dias nos esperavam de manhã cedinho e que nos apoiaram na hora do almoço e no Prolongamento de Horário, disponibilizando-se, por vezes, para participar nas nossas brincadeiras;
-À dona Céu que cuidou das nossas refeições e à dona Conceição que cuidou do nosso transporte;
-À professora Manuela Guimarães e ao professor Orlando Martins que através da coordenação motora e do ritmo musical nos ajudaram a manter a “boa forma física” e a “alegria da cantoria”;
- Às terapeutas da equipa ELI7 Isabel e Rita, às psicólogas Ana e Tânia, à terapeuta da fala Ana Margarida e às professoras do Ensino Especial Mª João e Rosa, um agradecimento especial, por todo o apoio ao longo destes meses;
-À Aida, deixamos um “abraço pinguim”, por nos ter feito sentir tão especiais e ajudado a ver o mundo de uma forma especial;
-Ao Henrique e aos nossos amigos da Sala Amarela, que apesar dos cerca de 300kms (em linha reta) que nos separam, passamos o ano na “sala ao lado”.
- À Associação de Pais e à Junta de Freguesia pelo apoio na concretização de algumas das atividades;
-A alguns amigos que se juntaram a nós em momentos especiais e em especial ao Pais, parceiros indispensáveis no sucesso desta e de outras etapas da vida dos seus filhos.


E com o “fim da linha” à vista, nos despedimos e desejamos a todos os leitores deste espaço umas descansadas e divertidas férias.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Piscinando

E hoje o S. Pedro lá resolveu dar-nos uma mãozinha de tarde. Esperamos que amanhã ele chegue mais cedo :-)





Um agradecimento especial à família do Tiago, que teve a amabilidade de nos emprestar a sua piscina, que nunca deve ter tido tanta alegria em simultâneo dentro dela :-)